
Jornada mundial dos Pobres 2026
15 de Novembro na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Venha viver este dia de fraternidade conosco!
Cadastro de voluntários


15 de Novembro na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Venha viver este dia de fraternidade conosco!
Cadastro de voluntários

Mais uma vez, nossa Região Belém da Arquidiocese de São Paulo se une para celebrar a Jornada Mundial dos Pobres, um momento central de partilha, escuta e vivência do Evangelho na prática.
Acolhido pela Paróquia Nossa Senhora das Graças, localizada na Rua Serra de Capivariçu, 274 – Jardim Elba (São Mateus).
Você pode fazer parte dessa corrente de amor! Confira a nossa
Vivendo o mandato de Cristo de ir ao encontro dos mais vulneráveis, os Missionários da Redenção atuam na animação paroquial para apoiar as comunidades da Arquidiocese-SP na vivência fecunda do Dia Mundial dos Pobres.
Nosso compromisso é caminhar junto com a sua Comunidade e lideranças na construção de pontes entre a caridade e a evangelização. Auxiliamos desde o planejamento estratégico até a execução prática das ações, promovendo:

Apoio na organização de mantimentos, acolhida e serviços sociais essenciais para as famílias que mais precisam.

O resgate do valor inestimável de cada pessoa, oferecendo escuta, oração e a certeza de que a maior pobreza é não conhecer o amor de Deus.

Um plano de ação pastoral dividido em fases claras (Planejamento, Mobilização, Execução e Pós-evento) para que a paróquia possa vivenciar este momento com organização e profunda comunhão eclesial. Juntos, fazemos da solidariedade um sinal vivo da esperança!
Os pobres não são um passatempo para a Igreja, mas sim os irmãos e irmãs mais amados, porque cada um deles, com a sua existência e também com as palavras e a sabedoria que trazem consigo, levam-nos a tocar com as mãos a verdade do Evangelho.
Por isso, o Dia Mundial dos Pobres pretende recordar às nossas comunidades que os pobres estão no centro de toda a ação pastoral. Não só na sua dimensão caritativa, mas igualmente naquilo que a Igreja celebra e anuncia. Através das suas vozes, das suas histórias, dos seus rostos, Deus assumiu a sua pobreza para nos tornar ricos. Todas as formas de pobreza, sem excluir nenhuma, são um apelo a viver concretamente o Evangelho e a oferecer sinais eficazes de esperança.…

A pobreza tem causas estruturais que devem ser enfrentadas e eliminadas. À medida que isso acontece, todos somos chamados a criar novos sinais de esperança que testemunhem a caridade cristã, como fizeram, em todas as épocas, muitos santos e santas.

Episcopal Ipiranga

Episcopal Belém

Promovendo o bem comum, a nossa responsabilidade social tem o seu fundamento no gesto criador de Deus,
que dá a todos os bens da terra: assim como estes, também os frutos do trabalho do homem devem ser igualmente acessíveis. Com efeito, ajudar os pobres é uma questão de justiça, muito antes de ser uma questão de caridade. Como observa Santo Agostinho: «Damos pão a quem tem fome, mas seria muito melhor que ninguém passasse fome e não precisássemos ser generosos para com ninguém. Damos roupas a quem está nu, mas Deus queira que todos estejam vestidos e que ninguém passe necessidades sobre isto»
A pobreza mais grave é não conhecer a Deus.
Recordou-nos isso o Papa Francisco quando escreveu na Evangelii gaudium: «A pior discriminação que sofrem os pobres é a falta de cuidado espiritual. A imensa maioria dos pobres possui uma especial abertura à fé; tem necessidade de Deus e não podemos deixar de lhe oferecer a sua amizade, a sua bênção, a sua Palavra, a celebração dos Sacramentos e a proposta dum caminho de crescimento e amadurecimento na fé» (n. 200). Há aqui uma consciência fundamental e totalmente original sobre como encontrar em Deus o próprio tesouro. Realmente, insiste o apóstolo João: «Se alguém disser: “Eu amo a Deus”, mas tiver ódio ao seu irmão, esse é um mentiroso; pois aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê» (1 Jo 4, 20).

O convite bíblico à esperança traz consigo o dever de assumir, sem demora, responsabilidades coerentes na história. Com efeito, a caridade é «o maior mandamento social» (Catecismo da Igreja Católica, 1889). A pobreza tem causas estruturais que devem ser enfrentadas e eliminadas. À medida que isso acontece, todos somos chamados a criar novos sinais de esperança que testemunhem a caridade cristã, como fizeram, em todas as épocas, muitos santos e santas. Os hospitais e as escolas, por exemplo, são instituições criadas para expressar o acolhimento aos mais fracos e marginalizados. Eles deveriam fazer parte das políticas públicas de todos os países, mas as guerras e as desigualdades frequentemente ainda o impedem. Hoje, cada vez mais, as casas-família, as comunidades para menores, os centros de acolhimento e escuta, as refeições para os os pobres, os dormitórios e as escolas populares tornam-se sinais de esperança: são tantos sinais, muitas vezes ocultos, aos quais talvez não prestemos atenção, mas que são muito importantes para se desvencilhar da indiferença e provocar o empenho nas diversas formas de voluntariado.
Leão XIV
Vamos saborear “a doce e reconfortante alegria de evangelizar…” De fato, os que mais desfrutam da vida são os que deixam a segurança da margem e se apaixonam pela missão de comunicar a vida aos demais” Evangelii Gaudium 10
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